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VIDA APÓS A MORTE: A Consciência Sobrevive Após Os Órgãos Físicos Pararem de Funcionar; Estudo Comprova Que a Mente Não Morre Com o Corpo

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O que acontece connosco depois que morremos, permanece em grande parte um mistério; no entanto, um número crescente de pesquisas sugerem que a Consciência pode continuar para além da morte clínica, um termo médico que já não oferece uma definição acurada.

Antes da década de 1950, “morte clínica” significava que os órgãos vitais, como os pulmões, coração e cérebro, tinham parado de funcionar. No entanto, devido aos avanços tecnológicos, os seres humanos podem agora ser mantidos vivos através de ventiladores mecânicos, originando uma nova definição chamada de “morte cerebral”. As pessoas declaradas mortas cerebralmente e mantidas vivas por um ventilador, têm circulação sanguínea e a capacidade de lutar contra infecções, assim como dar a luz uma criança.

“Os temas relacionados com a experiência da morte, parecem muito mais amplos do que aquilo que tem sido entendido até agora, ou o que tem sido descrito como as supostas experiências de quase morte”, disse o Dr. Jerry Nolan, Chefe de Redação da revista Resuscitation, que publicou um estudo sobre “a ampla gama de experiências mentais em relação à morte.”

A Actividade Mental Pode Persistir Para Além da Morte

Financiado pela Universidade de Southampton, no Reino Unido, o estudo sugere que a actividade mental persiste para além da morte, mas as memórias da experiência podem desaparecer, devido aos medicamentos ou lesão cerebral.

O estudo intitulado AWARE – Awareness during Resuscitation (Consciência Durante a Reanimação), entrevistou 2.060 pacientes de 15 hospitais no Reino Unido, Estados Unidos e Áustria. Os investigadores afirmam que 39 por cento dos pacientes entrevistados que tinham sobrevivido a paragem cardíaca, “apresentaram uma percepção de consciência, mas curiosamente não tinham qualquer lembrança explícita dos eventos.”

“Isto sugere que muitas pessoas inicialmente podem ter actividade mental, mas depois perdem as suas memórias após a recuperação, quer devido aos efeitos da lesão cerebral ou sedativos na recuperação da memória”, disse o autor do estudo Dr. Sam Parnia, Professor Assistente da Critical Care Medicine e Diretor da Pesquisa de Reanimação da Universidade Estadual de Nova York em Stony Brook.

Dos que relataram ter um senso de consciência após a morte, 46 por cento afirmaram ter experimentado “uma ampla gama de lembranças mentais”  incompatíveis com as experiências de quase morte (EQM), incluindo “experiências de medo e de perseguição.”

Apenas 9 por cento relataram experiências que eram compatíveis com EQM, enquanto que 2 por cento disseram que tinham consciência compatível com as experiências fora do corpo (EFC)” com recordação explícita de ‘Ver’ e ‘ouvir’ eventos.”

Um indivíduo relatou consciência e percepção, três minutos após o seu coração ter parado.

“Um caso foi validado e cronometrado utilizando estímulos auditivos durante um ataque cardíaco”, informa o estudo.

“Isso é significativo, uma vez que muitas vezes tem sido assumido que as experiências em relação à morte são provavelmente alucinações ou ilusões, que ocorrem quer antes que o coração pare ou depois que o coração for reiniciado com sucesso, mas não é uma experiência que corresponde a eventos ‘reais’ quando o coração não está a bater”, disse o Dr. Parnia.

“Neste caso, a consciência e a percepção parece que ocorrem durante um período de três minutos, quando não há batimento cardíaco. Isso é paradoxal, uma vez que o cérebro normalmente deixa de funcionar dentro de 20-30 segundos depois que o coração pára e não retoma novamente até que for reiniciado. Além disso, as lembranças detalhadas de consciência visual neste caso foram consistentes com os eventos verificados.

“Assim, enquanto não foi absolutamente possível provar a realidade ou o significado das experiências e reivindicações de consciência dos pacientes (devido à incidência muito baixa (2 por cento) de lembrança explícita da consciência visual ou das chamadas EFC), também foi impossível desacreditá-las e é necessário mais trabalho nesta área. Claramente, as recordações das experiências em torno da morte, merecem agora investigação mais profunda, genuína e sem prejuízo”, acrescentou.

Os cientistas esperam que os resultados do estudo estimulem mais pesquisas sobre este assunto de vida ou morte.

 

Fonte:

http://www.naturalnews.com/054090_life_after_death_scientific_evidence_mind_activity.html

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