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O Dom dos Gatos

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A vida está a se tornar mais complexa a cada dia. Todos nós podemos ver e sentir essa complexidade, o sequestro das nossas mentes e dos nossos corpos através da propaganda incessante e insidiosa da mídia, através da invasão constante de toxinas no nosso ambiente, o envenenamento dos alimentos, água e ar.

Não precisas ser um cientista para ver que existe uma agenda – as provas são irrefutáveis – e esta agenda é sobre a nossa escravidão. É uma perspectiva estranha e aterrorizante.

Um dos tópicos na ordem do dia é o de nos separar da natureza. Isso está a acontecer em etapas incrementais. É um processo gradual, projectado para conseguir a nossa colusão para a nossa escravidão e a progressão para uma sociedade pós-humana que é o nosso futuro. Quanto mais separados, do mundo natural estivermos, mais nos tornamos robotizados e ‘escravizáveis’.

Resulta claro então que, precisamos acordar e agarrar a oportunidade. A natureza pode ser a nossa única salvação do futuro orwelliano que tem vindo a aumentar a cada dia, porque tudo no mundo natural é potencialmente curativo. Estar na natureza, florestas, praias, montanhas, jardins e, especialmente, na companhia dos animais, nos dá uma oportunidade de nos tornarmos mais completos. Há uma ferida aberta que faz parte da condição humana e, é uma ferida em parte provocada e, perpetuada pelo ego-mente. Todos nós temos esta ferida, ela simplesmente se manifesta em tons e variações num nível individual.

Sabemos que viemos das estrelas, de civilizações que foram semeadas em outras partes do universo. Sabemos que batalhas foram travadas pela posse dos nossos corpos e da nossa consciência. Em nosso passado ancestral, fomos traumatizados, fisicamente e psicologicamente. O trauma continua em nós até hoje – assim como a batalha pela posse das nossas mentes, corpos e almas. A nossa genética é terrestre e de origem extra-terrestre. Isso significa que os seres humanos são um composto – somos em parte animais, mas por causa da manipulação genética, há uma separação na nossa consciência que removeu (pelo menos em parte) a nossa conexão e, confiança dos poderes curativos da natureza.

Conectar-se com a natureza é talvez a única maneira de curar a ferida da nossa humanidade – porque a ferida gira em torno da nossa separação. Sentimos medo e revivemos velhos traumas – incidentes não tão isolados, mas como estados contínuos do ser, por causa da nossa separação. Num nível profundo, sabemos disso – mas nos sentimos impotentes para mudá-lo. Nascemos em separação, passamos a vida a sentir a dor da separação e, morremos… sozinhos. É assim que as coisas são. As vezes, projectamos toda a nossa dor e saudade – para nos conectarmos com os outros e, em seguida, iniciamos a sentir mais dor através dos nossos dramas de relacionamento (projecções que nunca duram por muito tempo). Se formos suficientemente consciente, removemos as nossas projecções, os nossos próprios problemas e, descobrimos como lidar com o nosso amante, com sorte, felizes, num mundo insano.

Mas, mesmo enquanto tentamos resolver as nossas bagagens psicológicas do nosso trauma compartilhado e, encontramos alguma cura através dos nossos relacionamentos, não podemos fugir da loucura que nos rodeia. E é aí que os nossos gatos entram.

Os animais são pura natureza – naturalmente suficientes. Infelizmente nós não somos. Fomos corrompidos, ou melhor, as nossas mentes foram e, perdemos a nossa ligação intrínseca com o mundo em que vivemos, com o nosso planeta e o cosmos. Já não sentimos os ritmos naturais do sol, da lua e das estrelas, como a humanidade sentia antigamente. Já não confiamos na natureza para curar os nossos corpos e acalmar as nossas almas. Somos alienígenas no nosso próprio planeta. Os animais não têm um ego-mente, portanto eles continuam ligados à Terra. Eles confiam na natureza e vivem completamente no presente. Eles são, portanto, dons preciosos para nós – visto que são a nossa ligação com o mundo natural.

Eu passo muito tempo com os meus quatro gatos birmaneses. Estes animais de beleza rara são altamente inteligentes – eles têm um nível de consciência que, francamente, supera a de muitos seres humanos. O seu repertório de emoções é vasto; tu podes literalmente sentir a alegria, a satisfação, a compaixão, a maldade e o amor. Eles experimentam emoção e, respondem a emoção – e é pura – não contaminada pelo medo nem pelo ego. As suas personalidades são únicas – assim como são as nossas (eles também têm mapas astrais, e é bastante evidente que ‘vivem de acordo com os seus mapas’ como nós). Cheguei à conclusão que a sua frequência vibracional é muito alta. Porque é pura e livre do ego-mente – eles têm muito para nos ensinar. Quando vivem connosco, desfrutamos dos benefícios da sua energia de alta vibração. Eu li algures que simplesmente movendo-se em nossas casas, eles bloqueiam as energias negativas, alterando o campo energético ao seu redor em positivo. Os efeitos curativos do ronronar do gato tem sido bem reconhecido. Eckhart Tolle disse e, eu amo isso “Eu tive muitos mestres Zen como professores – e todos eles eram gatos!”

Temos tido muitas experiências com os nossos gatos birmaneses, que respondem aos nossos estados emocionais. Sylvie, que tem 17 anos, (e agora dorme a maior parte do dia), confortou-nos em muitas ocasiões quando estávamos chateados. Parece que ela simplesmente sabe quando um de nós está a sofrer e, então se aproxima o mais perto possível do nosso rosto, ronronando e esfregando o seu pequeno rosto contra o nosso – como se dissesse, ‘tudo bem, você vai ficar bem, não chore’. a sua compaixão tem um efeito poderoso. Quão precioso é isso? Zeezee, é o nosso gato Siamês – Não tenho palavras para vos descrever quanta alegria ela trouxe para a nossa casa no ano passado. Ela é a beleza personificada – e muito mais. A sua inteligência é surpreendente … ..

Somos uma família de gatos, mas nós amamos todos os animais – e, claro, não importa que animal preferes, o seu cão, periquito, coelho, cavalo – todos eles são capazes de curar, recordando-te da tua inseparabilidade … .. Nós somos parte desta Terra, do Cosmos – tanto quanto eles são. Fomos apenas privados dessa verdade. Os nossos animais são a nossa ponte, o caminho de volta para o nosso direito de nascimento antigo, onde vivíamos em paz, livre da tirania do tempo e do ego – mente. Esta unicidade com o mundo natural é o lugar onde as nossas almas encontram a cura. É o lugar onde os nossos animais vivem e, através deles, graças ao Espírito divino por tê-los, nós também podemos.

Assista este documentário incrível, sobre ‘Comunicador de Animal‘,

 

Fonte:

http://www.wakingtimes.com/2013/11/25/gift-cats/

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