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História Oculta: Bebidas Energéticas Com Elementos Radioactivos, Foram Vendidas Com Pretensões de Aumentar o Desempenho

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Todos os dias, milhões de pessoas consomem as chamadas bebidas “energéticas” para que possam iniciar o dia ou manter-se alertas ao longo do dia. Mas a maioria das pessoas não têm ideia do tipo de veneno que colocam nos seus corpos.

Dito isto, as bebidas energéticas hoje em dia não são tão perigosas como eram há um século … quando continham energia real. Conforme relatado pelo IFLScience, o ingrediente activo nessas bebidas era o rádio – um elemento radioactivo que liberta um pacote de energia radiante com cada deterioração atómica. E embora a conexão entre a ingestão de um elemento radioactivo e a obtenção de um impulso resultante em energia não tenha sido provado nem de longe, isso no entanto não impediu os consumidores no início de 1900 de ignorar as consequências conhecidas devido ao consumo de substâncias radioactivas e arriscar a sua saúde a longo prazo.

Um desses produtos era uma mistura “triplamente destilada” chamada RadiThor, que não era nada mais do que o rádio dissolvido na água. Vendido na década de 1920 ele veio em garrafas de uma onça que custavam cerca de 1 dólar cada (ou cerca de 15 dólares no cambio de hoje). O fabricante disse que a sua bebida não só aumentava a energia, mas também servia como uma cura para uma série de doenças, incluindo a impotência.

Duas Garrafas Por Dia Durante Três Anos

Como você pode imaginar, não havia nenhuma evidência real de quaisquer benefícios sexuais. No entanto, pelo menos um estudo científico fez a afirmação de que a água da rádio podia aumentar “a paixão sexual das salamandras aquáticas”. E na era pré-Viagra, para muitos homens esta afirmação foi suficiente, transformando o RadiThor num grande vendedor.

Um dos consumidores mais famosos do produto foi Eben Byers, um industrial de Pittsburgh e golfista amador de alguma notoriedade. Ele experimentou o RadiThor pela primeira vez quando procurava alívio de um braço quebrado. Embora o produto não tivesse nenhum narcótico, Byers tornou-se viciado, pelo menos psicologicamente se não fisiologicamente. Mesmo depois do seu braço ter curado, ele continuou a usar o RadiThor em grandes quantidades.

De acordo com relatórios, ele consumia uma a duas garrafas por dia e, fez isso durante três anos, dizendo a todos os seus amigos quão bom o produto era. Alguns deles também começaram a usar o produto e fizeram disso um hábito.

Mas no final o uso habitual de Byers do RadiThor custou-lhe a vida. Ao longo do tempo, o rádio ingerido permeia os ossos e, portanto, toda a sua energia irradiada é depositada em todo o esqueleto. É combinado para proporcionar uma dose incrivelmente alta de radiação; Ele desenvolveu buracos no crânio, perdeu quase toda a mandíbula e sofreu muitas outras doenças relacionadas ao osso, teve uma morte horrível no dia 31 de Março de 1932.

Vida-Média de 1.600 Anos

A sua morte originou um debate nacional em todo o país sobre os supostos “benefícios” de tais bebidas, apesar de que os perigos da ingestão de rádio já eram conhecidos por médicos e profissionais da ciência. A comunidade médica estava a estudar os efeitos sobre a saúde causado pelo rádio, desde que foi descoberto pela primeira vez por Marie e Pierre Curie em 1898, observou o IFLScience.

O cientista Britânico, Walter Lazarus-Barlow, publicou já a partir de 1913 que a ingestão de rádio causava à absorção nos ossos. Em 1914, Ernest Zueblin, médico- investigador da Universidade de Maryland, publicou uma meta-análise de 700 relatórios, muitos dos quais mostraram que a necrose óssea e as ulcerações foram um efeito colateral rotineiro da ingestão de rádio. Mas essas descobertas iniciais não receberam muita publicidade, de modo que as vendas da RadiThor continuaram a ser fortes ao longo da década de 1920.

Para o enterro de Byers, ele foi colocado num caixão revestido com chumbo para bloquear a libertação de radiação dos seus ossos. Em 1965, 33 anos depois, o cientista do MIT Robley Evans desenterrou o esqueleto de Byers para medir a quantidade de rádio nos seus ossos; o rádio tem uma vida-média de 1.600 anos, então os ossos de Byers teriam praticamente a mesma quantidade de rádio como quando ele morreu.

Assim, enquanto as bebidas energéticas de hoje não são certamente boas para você, elas eram obviamente muito piores numa época anterior.

 

Fonte:

http://www.naturalnews.com/056124_energy_drinks_radiation_poisoning.html

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