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Será Que Estamos Mais Perto de Encontrar Atlântida? Novo Documentário Sugere Que a Cidade Mítica Era REAL e Que Grandes Navios Atracavam Lá na Idade do Bronze

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O mistério da verdadeira localização da lendária cidade de Atlântida, que acredita-se ter sido destruída durante a noite, captou a nossa imaginação por milhares de anos.

Agora, a descoberta de grandes âncoras de pedra no Estreito de Gibraltar sugerem que a poderosa civilização da Idade do Bronze descrita por Platão pode realmente ter existido.

Um novo documentário da National Geographic chamado Atlantis Rising apresenta uma busca épica da cidade perdida desde Santorini, Grécia até as ilhas dos Açores, comparando teorias baseadas na literatura sobre a enigmática civilização.

As origens do mito da Atlântida reside apenas no filósofo grego Platão, que referiu-se à cidade da Idade do Bronze em dois dos seus diálogos, Temaeus e os Critas, no século IV AC.

Neles, ele diz que os atlantes mineravam ouro e prata que usavam para decorar templos e muros, enquanto a capital da Atlântida era um porto composto de anéis de terra e mar.

Platão sugeriu que a civilização foi destruída durante a noite, depois de ter sido atingida por um terremoto e tsunami, destruindo o importante porto da cidade que foi enterrado sob a lama.

Os especialistas do novo documentário, produzido pelo director do Titanic James Cameron, desenharam o mapa com base nos textos de Platão numa tentativa de revelar a localização da cidade perdida.

O cineasta Simcha Jacobovici disse ao IBTimes UK: “Voltamos a essa fonte e usamos a forma como ele descreve Atlântida, como um mapa do tesouro, comparando as características da cidade com os lugares existentes”.

Eles não esperam encontrar uma cidade completa, mas partiram para descobrir artefactos que sobreviveram aos estragos do tempo e podem ter sido levados para o Atlântico por uma onda poderosa, milhares de anos atrás.

A equipe de cientistas e arqueólogos marinhos usaram técnicas avançadas de navegação e multi imagens espectrais para descobrir pistas sobre a cidade perdida de Atlântida, que alguns estudiosos acreditam ser inteiramente fictícia.

No entanto, Bill Lange, da Woods Hole Oceanic Institution, disse no documentário:

“Não tenho dúvidas de que existem vastas áreas que foram habitadas por pessoas que estão agora a centenas de pés debaixo d’água”.

O professor Richard Freund, da Universidade de Hartford, acrescentou:

“Platão escreveu num período muito específico, então quando ele diz que Atlântida estava localizada no estreito de Gibraltar (chamou-lhes, na época, os Pilares de Hércules) cada marinheiro único, cada leitor grego, sabia exactamente onde ele se referia.

Clips do documentário, que foi ao ar no dia 29 de Janeiro, mostram arqueólogos marinhos enquanto descobriam uma grande âncora de pedra, resto do que era um dos Pilares de Hércules.

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A âncora, que mede 83 centímetros de diâmetro e tem um buraco no centro, poderia ser evidência de docas ou quebra-mares no local de mergulho.

O Professor Richard Freund da Universidade de Hartford, disse num clipe: “É uma descoberta realmente incrível.

“Essa âncora pode deixar-te muito entusiasmado.

“Esta é uma âncora de 3.000 e 4.000 anos e é enorme para um barco muito grande, o que nos mostra que grandes barcos antigos navegavam nessa área há 4.000 anos”.

De fato, a equipe descobriu seis desses artefactos intrigantes, que poderiam remontar à Idade do Bronze – o maior ancoradouro antigo encontrado no Atlântico perto do Estreito de Gibraltar.

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“Essas âncoras poderiam ter entre 3.500 e 4.000 anos e estabelecer um porto no Atlântico, onde eu nem sequer sonhava encontrar âncoras”, disse Jacobovici a Indiewire.

“Se fomos capazes de encontrar seis em apenas alguns mergulhos, então deve haver milhares por aí, confirmando o relatório de Platão de um porto logo após os Pilares de Hércules”, disse ele no documentário.

O programa explora vários locais, na sua tentativa de desvendar o mistério da Atlântida.

Por exemplo, Platão escreveu que os navios navegavam o Atlântico parando nos Açores e os peritos analisaram a mais recente descoberta de estruturas pré-romanas nas ilhas remotas, que sugerem que os povos antigos navegaram o vasto oceano milhares de anos antes de Colombo, de acordo com o famoso conto da cidade perdida.

O documentário também viaja para o Parque Nacional de Donaña no sul da Espanha, que foi o tema de um documentário anterior “Finding Atlantis”.

O pântano costumava ser uma baía aberta adjacente ao Pilar de Hércules (antigo nome dado ao Estreito de Gibraltar) onde as âncoras foram descobertas, sugerindo que poderia ter sido o local da cidade perdida.

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O programa também inclui a ideia do autor Georgeos Diaz-Montexano de que alguns refugiados Atlânticos fugiram para o interior do que é hoje Campanario, no sul da Espanha e as esculturas de rocha na área parecem mostrar um registro do conto épico e do seu porto submerso.

Apontando para uma das gravuras da rocha, Diaz-Montexano disse: “é possível ver em torno de três barcos inscritos aqui com cerca de oito a 12 remos cada um.”

Os especialistas usaram imagens espectrais para analisar as gravuras, revelando um cavalo e um barco que poderia ser interpretado como se estive a se afundar sob uma linha ondulada representando o mar, bem como círculos concêntricos, que eram uma característica da descrição de Platão da cidade perdida.

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Anteriormente foi sugerido que as actuais ilhas de Santorini ou Malta podem ter sido uma vez Atlântida, mas isso não se encaixa com a descrição de Platão.

O senhor Jacobovici disse ao IBTimes UK que, enquanto Santorini foi destruída durante a noite por uma erupção vulcânica e foi o lar de uma civilização avançada da Idade do Bronze, ela não está no lado atlântico do estreito de Gibraltar, como foi descrito por Platão.

Enquanto o documentário é incapaz de localizar, sem dúvida, o local da Cidade Perdida de Atlântida, ele compara por exemplo, os exemplos arqueológicos de arquitectura concêntrica, com as descrições de Platão.

Isso fez com que os investigadores acreditassem que ela podia ter sido a “cidade-mãe” de Atlântida (possivelmente no sul da Espanha), mas a civilização avançada espalhou-se pelo Mediterrâneo.

“O sul da Espanha pode ter sido o centro de uma civilização que espalhou-se até Malta, Santorini ou todos os outros lugares que investigamos”, disse Jacobovici.

No entanto, os artefactos descobertos na terra e no mar, ainda não foram examinados no laboratório para revelar as suas origens, o que significa que alguns estudiosos que acreditam que a Cidade Perdida de Atlântida seja uma alegoria construída por Platão, podem não estar convencidos.

Atlantis Rising foi exibido no dia 29 de Janeiro no canal National Geographic.

[PS: Leia o que uma renomada psíquica escreveu sobre uma das vidas passadas de Graciano Constantino na Atlântida]

Fonte:

http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-4172388/Has-Lost-City-Atlantis-last.html

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1 Comment on Será Que Estamos Mais Perto de Encontrar Atlântida? Novo Documentário Sugere Que a Cidade Mítica Era REAL e Que Grandes Navios Atracavam Lá na Idade do Bronze

  1. A “renomada psíquica” pode falar as abobrinhas que ela quiser, e não vai valer nada porque nem ela nem ninguém tem como provar que estará certa. E duvido que ela consiga falar uma linha certa sobre minha vida. Nem ela vai querer falar por óbvia razão de que ela não tem capacidade de acertar. Mas de morto que ninguém sabe de nada, ah, como é fácil. E os tro)uxas acreditam.

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