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Muitos De Nós Somos Realmente Ovelhas

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Muitos de nós somos realmente ovelhas, rápidos em seguir a multidão e obedecer ordens. Em vez de mantermos-nos firmes e falar sobre as nossas próprias convicções, muitas vezes escolhemos nos adaptar. Assimilando com a multidão, achamos que é mais fácil seguir em frente, mas isso significa entregar o nosso próprio poder, direitos e dignidade no processo. Com medo do isolamento, não questionamos ou desafiamos as autoridade, mesmo quando elas estão moral e eticamente erradas.

O psicólogo da Universidade de Yale, Stanley Milgram, revelou esta triste realidade do comportamento humano num experimento de conformidade social que mostrou como pessoas comuns torturariam outras sob as pressões sociais de uma figura de autoridade. Milgram perguntou-se por que o pessoal militar nazista foi tão facilmente influenciado a infligir tortura e morte em pessoas inocentes. A sua experiência deu-nos um vislumbre sobre a natureza complacente da psicologia humana.

O experimento, detalhado no livro de Milgram de 1974, Obediência à Autoridade: Uma Visão Experimental, mostra que quando as pessoas estão sob a influência de uma figura de autoridade, elas são facilmente coagidas a ferir repetidamente outras pessoas. No experimento, Milgram pediu aos voluntários para dar um choque eléctrico num estranho. Os voluntários não sabiam que as pessoas eram na verdade actores que fingiam estarem a ser feridos. Mesmo depois de infligir dor visível aos outros, os voluntários continuavam a dar-lhes choques apenas quando eram obrigados a fazê-lo por uma pessoa autoritária em uniforme. Mesmo quando as vítimas fingiram ataques cardíacos, apenas uma pequena percentagem dos voluntários optou por desafiar as ordens da figura de autoridade. A maioria continuou a torturar as suas vítimas. De acordo com Dylan Charles do site Waking Times,

“A conclusão sugerida é que as pessoas são inerentemente incapazes de pensar por si mesmas quando recebem um papel subordinado de alguma hierarquia autoritária…”

Uma História Pessoal De Questionar A Autoridade E Defender Os Direitos Parentais

Ao visitar uma igreja com a minha esposa e a minha filha de três anos, inicialmente disseram-nos para registrar a nossa filha no seu sistema de computador, obter um número de identificação e usar etiquetas para que a equipe de segurança da igreja identificasse adequadamente a criança e os pais. Quando a nossa filha chorou durante o culto, a minha esposa levou-a para a creche por cinco minutos para ajudá-la a acostumar-se a brincar lá. Um funcionário atento do lado de fora da creche entrou e disse à minha esposa que “apenas as pessoas com antecedentes são permitidas na creche”. O membro da equipe observou-a de perto, mas a minha esposa recusou-se a deixar a nossa filha, apesar de ter sido pressionada.

Quando a minha esposa trouxe a nossa filha de volta ao culto da igreja, decidi levá-la de volta á creche, passando por dois seguranças pelo caminho. Eu involuntariamente desobedeci as suas regras, pensando que era natural ficar com a minha filha para ajudá-la a familiarizar-se com a creche. Mais tarde naquela semana, questionamos a autoridade da igreja sobre o assunto. Fomos informados de que essa é a política deles, de que os pais devem pedir que alguém lhes leve o sei filho e não irem a creche, a menos que sejam submetidos a uma verificação de antecedentes criminais. Aplicando pressão social, eles disseram-nos que ninguém nunca teve um problema com a política. No final, eles só queriam que nós escutássemos e obedecêssemos às regras, pelas quais eu respondi: “Eu não posso garantir que o faria, já que trata-se da nossa filha” e nós somos livres como pais para estar onde a nossa filha esteja, se necessário.

A igreja pode ter regras que a sua equipe passe por um controlo de antecedentes, mas a autoridade da igreja não tem o direito de manter os pais fora de qualquer lugar onde o seu filho esteja.

Pressão Social E Conformidade Ilustradas No Documentário Da Netflix, “The Push”

Um documentário da Netflix intitulado The Push, explora ainda mais essa psicologia de grupo orientada pela obediência, mostrando como as pessoas entregam o controlo e a autoria das suas próprias vidas. A necessidade de pertencer pode levar a maioria das pessoas a agir de maneira antiética e violenta apenas para se encaixar. Mesmo com um pouco de pressão autoritária, as pessoas cederão às exigências imorais, abandonando qualquer coragem que possam ter. Sem nenhuma convicção ou padrões individuais, muitos se submeterão à autoridade para agradar as estruturas hierárquicas feitas pelo homem que foram formadas pelo pensamento de grupo e as necessidades do grupo de sentir que pertencem a elas.

Isso é predominante no The Push. Na cena de abertura, um funcionário do café recebe um telefonema de um policia e dentro de um minuto é convencido a raptar o bebê de uma mulher. A princípio, o funcionário do café mostrou hesitação, mas acabou realizando o ato ilícito sob a pressão social da figura de autoridade.

Em outro experimento elaborado, os participantes são lentamente coagidos a cumprir as exigências de uma figura de autoridade persistente e a pressão de um pequeno grupo de outros. No final do experimento, os participantes eram tão complacentes; eles chegaram mesmo a receber ordens para empurrar actores de um prédio, acreditando que estavam a fazer a coisa certa ao cometer o assassinato.

A maioria das pessoas está preparada para receber ordens e sentir-se como se elas fizessem parte de algo, mesmo que isso signifique abrir mão do seu próprio poder, sacrificando a sua integridade ou reprimem os direitos humanos de outra pessoa ao longo do caminho. (Para mais histórias sobre o exercício da liberdade pessoal, visite o site Liberty.News.)

Fonte:

https://www.naturalnews.com/2018-04-02-experiments-in-social-compliance-show-few-people-argue-with-authority-figures.html

Leitura Psíquica Com Graciano Constantino

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Graciano..jpg Graciano Constantino oferece tratamentos de Cura Energética. O tratamento pode ser feito pessoalmente ou a distância, normalmente através do Skype ou se preferir basta simplesmente uma foto recente de modo a facilitar a conexão. Actualmente vivendo em Turim – Itália, Graciano dedica uma parte do seu tempo na arte da cura, trabalhando com plantas e também animais. Saiba mais sobre Graciano Aqui

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