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O Cérebro Toma Decisões Antes Mesmo Que Você Saiba

BRAIN

De acordo com pesquisadores, o seu cérebro toma decisões até dez segundos antes que você perceba.

Observando a actividade cerebral enquanto voluntários tomavam uma decisão, os pesquisadores podiam prever que escolha as pessoas fariam antes mesmo d’eles próprios tomarem uma decisão.

O trabalho põe em causa a ‘consciência’ das nossas decisões e pode mesmo desafiar ideias sobre quão ‘livre’ estamos a fazer uma escolha num determinado momento.

“Acreditamos que as nossas decisões são conscientes, mas esses dados mostram que a consciência é apenas a ponta do iceberg”, diz John-Dylan Haynes, neurocientista do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, em Leipzig, Alemanha, que liderou o estude. 

“Os resultados são bastante dramáticos”, diz Frank Tong, neurocientista da Vanderbilt University em Nashville, Tennessee. 

Dez segundos é “uma vida” em termos de actividade cerebral, acrescenta.

No Botão

John-Dylan Haynes e os seus colegas fotografaram os cérebros de 14 voluntários enquanto realizavam uma tarefa em que deviam tomar uma decisão.

Pediu-se aos voluntários que pressionassem um dos dois botões quando sentissem vontade de fazê-lo. Cada botão foi operado por uma mão diferente.

Ao mesmo tempo, um fluxo de cartas foram apresentados num ecrã em intervalos de meio segundo e, os voluntários tinham que lembrar qual letra aparecia quando eles decidiram pressionar o seu botão.

Quando os pesquisadores analisaram os dados, o sinal inicial que a equipe recebeu tinha começado sete segundos antes que os voluntários relatassem ter feito a sua decisão.

Por causa do atraso de alguns segundos na imagem, isso significa que a actividade cerebral poderia ter começado até dez segundos antes da decisão consciente.

O sinal veio de uma região chamada córtex frontopolar, na parte frontal do cérebro, imediatamente atrás da testa.

Esta área pode muito bem ser a região do cérebro onde as decisões tem início, diz John-Dylan Haynes, que relata os resultados online (Unconscious Determinants of Free Decisions in the Human Brain)  na Nature Neuroscience.

O próximo passo é acelerar a análise de dados para permitir que a equipe preveja as escolhas das pessoas à medida que os seus cérebros o estiverem a fazer.

 

Mente Sobre a Matéria

Os resultados baseiam-se em alguns trabalhos bem conhecidos sobre livre-arbítrio feitos na década de 1980 pelo falecido neurofisiologista Benjamin Libet, na época na Universidade da Califórnia, em San Francisco.

Libet usou uma estrutura experimental similar ao Haynes, mas com apenas um botão e medindo a actividade eléctrica no cérebro das suas cobaias. Ele descobriu que as regiões responsáveis ​​pelo movimento reagiram algumas centenas de milissegundos antes que uma decisão consciente fosse tomada.

Mas o estudo de Libet tem sido criticado nas décadas seguintes pelo seu método de medir o tempo e porque a resposta do cérebro pode ter sido apenas uma preparação geral para o movimento, em vez de uma actividade relacionada a uma decisão específica.

Haynes e a sua equipe melhoraram o método, pedindo às pessoas para escolherem entre duas alternativas:

Esquerda e Direita. 

Porque mover a mão direita e esquerda gera sinais cerebrais distintos, os investigadores poderiam mostrar que actividade genuinamente reflecte uma das duas decisões.

Mas o experimento poderia limitar o quão livre as escolhas das pessoas realmente são, diz Chris Frith, que estuda a consciência e a função cerebral superior na University College London.

Embora as cobaias estejam livres para escolher quando e qual botão pressionar, a configuração experimental os restringe a apenas essas acções e nada mais, diz ele.

“As cobaias entregam a sua liberdade ao experimentador quando acordam entrar no scanner,” ele diz.

O que isso poderia significar, então, para o nebuloso conceito de “livre-arbítrio”?

Se as escolhas realmente estão a ser feitas vários segundos à frente da consciência.

“Não há muito espaço para o livre arbítrio”, diz Haynes.

Mas os resultados não são suficientes para convencer Frith de que o livre arbítrio é uma ilusão.

“Nós já sabemos que as nossas decisões podem ser inconscientemente preparadas”, diz ele.

A actividade cerebral pode ser parte dessa preparação, em oposição ao processo de decisão, acrescenta.

Parte do problema é definir o que entendemos por ‘livre arbítrio’. Mas resultados como esses podem nos ajudar a compreender uma definição.

É provável que,

“A neurociência vai mudar o que entendemos por ‘livre arbítrio’, diz Tong.

Fonte:

https://www.bibliotecapleyades.net/ciencia3/ciencia_brain121.htm

Leitura Psíquica Com Graciano Constantino 

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